Big Data: criando uma poderosa gestão de dados

Big Data

Big Data: criando uma poderosa gestão de dados

Techedge | Jan 04, 2021

O significativo avanço das tecnologias demanda um entendimento maior do Big Data. Isso porque esse termo, apesar de cada vez mais presente, tende a ser  evitado ou não compreendido em sua totalidade.  

A iminência da quinta geração da conectividade móvel, 5G, é um exemplo disso. Estima-se que ela deva movimentar 22,5 bilhões de dólares no mercado B2B brasileiro até 2024, tornando a gestão de dados muito mais sofisticada e complexa.

Logo, com uma conectividade mais poderosa, haverá uma significativa ampliação das possibilidades de uso dos dados. Isso obriga as organizações a compreenderem melhor a questão do Big Data — para, no extremo, sobreviverem na era da informação.

Pensando nisso, traremos, neste artigo, uma explicação aprimorada deste fenômeno — e das ferramentas utilizadas para manejá-lo. Continue lendo para entender o que é Big Data, e refletir sobre como poderá utilizá-lo em sua empresa! 

 

O que é Big Data para empresas?

De acordo com a Gartner, o termo Big Data abrange todos os ativos de informação que são encontrados em volume exponencial, alta velocidade e em uma variedade gigante. São conjuntos expressivos de dados que “exigem formas inovadoras e econômicas de processamento e permitem uma visão aprimorada, tomada de decisões e automação de processos”

Por Big Data também podemos reconhecer todas as ferramentas utilizadas para ordenamento, processamento e análise de volumes exponenciais de dados. E mais: as metodologias, embutidas nessas aplicações e também exteriores a elas, também compõem o guarda-chuva do Big Data.

Dito isso, podemos resumir que o Big Data é o fenômeno que descreve volumes quase infinitos de dados, bem como as soluções tecnológicas e as metodologias utilizadas para lidar com eles. 

 

Os 5 “Vs” do Big Data

Para um entendimento ainda mais aprofundado, podemos recorrer ao que a Gartner chamou de “os 5 Vs” que compõem o Big Data. São eles:

 

Volume

Uma quantidade imensa de dados desestruturados, oriundos de diversas fontes — internas, da própria empresa; mas também externas, das redes sociais, por exemplo. Em outras palavras, dados que geram dificuldades de ordenação e armazenamento, exigindo técnicas e ferramentas sofisticadas. 

 

Variedade

Dados de variados formatos e tamanhos, formando um emaranhado informacional nas redes (corporativas ou não), que precisam de mineração para serem utilizados de maneira proveitosa. 

 

Velocidade

Refere-se tanto à rapidez com que os dados são gerados quanto à necessidade de processá-los e analisá-los em tempo hábil — muitas vezes em milésimos de segundo. É o caso das transações financeiras, para ficarmos em um exemplo bastante flagrante. 

 

Veracidade

Também chamado de “validade”, este V remete à importância de remover impurezas subjacentes aos volumes exponenciais de dados. À necessidade de separar o joio do trigo; detectar, por exemplo, dados danificados, incompletos ou sem valor. 

 

Valor

O quinto V representa a usabilidade dos grandes volumes de dados. Por exemplo, big data pode ser usado para otimizar processos de produção, atingir novos grupos-alvo ou desenvolver produtos completamente novos. 

 

Benefícios das ferramentas de Big Data

Quando olhamos para as ferramentas de Big Data, vemos que elas facilitam o uso de técnicas de análise como aprendizado de máquina, mineração, processamento de linguagem natural, estatísticas entre outras. 

Em linhas gerais, uma estratégia exitosa de Big Data abrange várias operações que podem ser realizadas em uma única plataforma. É possível, por exemplo, armazenar volumes exponenciais de dados, processá-los, analisá-los e visualizá-los com rapidez e eficiência. 

Soluções de Big Data ajudam as organizações a trabalhar com seus dados de maneira eficiente e usá-los para identificar novas oportunidades. Diferentes técnicas e algoritmos podem ser aplicados para, por exemplo, obter previsibilidade nos negócios, levando a decisões e táticas mais inteligentes, operações mais eficientes e lucros maiores.

Outras razões, digamos, mais práticas, pelas quais as empresas investem em aplicações de Big Data incluem:

  • Redução de custos: as tecnologias de Big Data, baseadas em nuvem, trazem vantagens de custo significativas quando se trata de armazenar, ordenar e analisar grandes quantidades de dados;
  • Tomada de decisão melhor e mais rápida: com a velocidade de processamento e análise, combinada com a capacidade de visualização, as empresas podem transformar dados desordenados em informações úteis em tempo hábil e tomar decisões com base no aprendizado adquirido;

Desenvolvimento de novos produtos e serviços: com a capacidade de avaliar as necessidades e a satisfação do cliente por meio de análises profundas e ágeis, vem o poder de dar aos clientes o que eles querem — e inovar, entregando até o que eles nem sabem que desejam.

 

Leia também: 6 dicas para implementar o Big Data para uma boa gestão de dados

e Como utilizar o Big Data para aumentar vendas. 

 

Como o NRF pode auxiliar na gestão de Big Data?

Como vimos, estratégias de Big Data proporcionam coleta, armazenamento de dados, processamento e análise de grandes volumes de dados. Elas geram informações úteis para as empresas melhorarem seus processos, produtos, serviços, modelos de negócios, etc. 

Quando se trata de realizar análises específicas, apuradas e qualificadas, a transformação digital das organizações é essencial. É aí que metodologias específicas precisam ser adotadas.

Aqui na Techedge, trabalhamos com o método NIMBL RIPPLE FRAMEWORK (NRF) que, em síntese, é um framework para aceleração da digitalização dos negócios — facilitando, entre outras coisas, a gestão de Big Data.

A metodologia NRF pode acrescentar muitas facilidades aos processos de Big Data, fornecendo aspectos importantes, tais como: apoio e feedback a TI, melhores ecossistemas e ativos digitais, complementando resultados e análises etc.

Nós ainda retomaremos esta metodologia aqui no blog. Por enquanto, é importante que você saiba que ela é composta por seis passos para a digitalização dos negócios: (1) mindset digital; (2) tecnologias exponenciais; (3) ecossistemas digitais; (4) ativos digitais; (5) novos modelos operacionais de TI; e (6) apoio e feedback do modelo tradicional de TI.

E, então, conseguiu vislumbrar a criação de uma poderosa gestão de dados baseada em uma estratégia de Big Data?  Conte com a gente para as melhores soluções!

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